Em Assembleia, Fonacate elege gestão para o próximo triênio

Em Assembleia, Fonacate elege gestão para o próximo triênio

Entidades aprovaram a continuidade dos atos públicos contra a Reforma Administrativa.

Com informações de: Ascom/FONACATE e Ascom/ANPPREV

Os membros do Conselho Deliberativo do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) participaram da primeira Assembleia Geral presencial, após o inicio da pandemia da Covid-19. A reunião foi realizada na tarde desta quarta-feira, 17 de novembro, no hotel Brasília Palace.

Em pauta, o debate sobre o enfrentamento às Propostas de Emenda à Constituição: PEC 32/2020 – reforma administrativa – e PEC 23/2021 – dos Precatórios. No encontro, também foram realizadas as eleições para os Conselhos Executivo e Fiscal do Fonacate para o triênio 2022-2024.

Rudinei Marques, presidente da Fenaud, foi reconduzido à Presidência do Fórum. A Secretaria-Geral ficará a cargo da presidenta da Anadep, Rivana Ricarte. O presidente Rodrigo Spada, da Febrafite, assume a 1ª vice-presidência (Financeiro); a 2ª vice-presidência (Administração e Patrimônio) ficará a cargo da afiliada Fenafisco, que foi representada pelo diretor Celso Malhani; O presidente do Sinal, Fabio Faid, foi eleito para 3ª vice-presidência (Comunicação); e Pedro Pontual, presidente da Anesp, foi eleito para a 4ª vice-presidência (Relações Institucionais).

Para o Conselho Fiscal, foram eleitas as afiliadas Assecor, Afipea e Anfip, como titulares, e SindCVM e SindSusep como suplentes.

Após as eleições, as entidades afiliadas participaram de um coquetel de confraternização que contou com as presenças dos deputados Professor Israel Batista (Solidariedade/DF), Erika Kokay (PT/DF) e Rogério Correia (PT/MG).

REFORMAS

Além das ações de comunicação, nas mídias sociais e na TV, um grupo de trabalho, composto por assessorias jurídicas das entidades do Fórum, prepara sugestões de emendas ao texto da PEC dos Precatórios (23/2021) a serem apresentadas e trabalhadas junto aos senadores nos próximos dias. A interlocução com os congressistas, todavia, já começou. “A ideia é fazer com que o parlamentar entenda os riscos, por meio de números e outras informações que possam chamar atenção, e se coloque contra a PEC”, destacou a advogada Larissa Benevides, assessora jurídica do Fonacate.

Também segue no radar das afiliadas a PEC 32/2020. Os presentes indicaram a necessidade de manutenção da agenda de atos públicos, como as manifestações nos aeroportos e no Parlamento, nestas últimas semanas do ano, haja vista a hesitação da base aliada do governo em relação à matéria, que já está pronta para análise pelo Plenário da Câmara dos Deputados há quase dois meses.

Compartilhe:

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on skype
Share on telegram

Notícias Relacionadas

O webinar será realizado pelo Fonacate no próximo dia 24 de agosto, às 14h30. A transmissão será pelo canal do Fonacate no Youtube e pelas redes sociais das entidades afiliadas.
O webinar será realizado pelo Fonacate no próximo dia 24 de agosto, às 14h30. A transmissão será pelo canal do Fonacate no Youtube e pelas redes sociais das entidades afiliadas.
O webinar será realizado pelo Fonacate no próximo dia 24 de agosto, às 14h30. A transmissão será pelo canal do Fonacate no Youtube e pelas redes sociais das entidades afiliadas.
Sobre o processo eleitoral, o Fonacate planeja o Encontro com os Presidenciáveis para a entrega da Carta de Princípios.
Sobre o processo eleitoral, o Fonacate planeja o Encontro com os Presidenciáveis para a entrega da Carta de Princípios.
Sobre o processo eleitoral, o Fonacate planeja o Encontro com os Presidenciáveis para a entrega da Carta de Princípios.
“A preocupação com a gestão pública é relativamente recente, em nosso país. Enquanto não a entendermos como elemento primordial para a construção de um Estado necessário, eficiente, moderno e desenvolvido, infelizmente não conseguiremos avançar”, ressaltou o ministro.
“A preocupação com a gestão pública é relativamente recente, em nosso país. Enquanto não a entendermos como elemento primordial para a construção de um Estado necessário, eficiente, moderno e desenvolvido, infelizmente não conseguiremos avançar”, ressaltou o ministro.
“A preocupação com a gestão pública é relativamente recente, em nosso país. Enquanto não a entendermos como elemento primordial para a construção de um Estado necessário, eficiente, moderno e desenvolvido, infelizmente não conseguiremos avançar”, ressaltou o ministro.
“Em um país de tamanhas desigualdades cabe ao Estado, mais do que atenuar as vicissitudes sociais, promover a igualdade. E é por isso que estamos aqui, para que o Estado seja cada vez mais efetivo nessa direção”, afirmou Rudinei Marques.
“Em um país de tamanhas desigualdades cabe ao Estado, mais do que atenuar as vicissitudes sociais, promover a igualdade. E é por isso que estamos aqui, para que o Estado seja cada vez mais efetivo nessa direção”, afirmou Rudinei Marques.
“Em um país de tamanhas desigualdades cabe ao Estado, mais do que atenuar as vicissitudes sociais, promover a igualdade. E é por isso que estamos aqui, para que o Estado seja cada vez mais efetivo nessa direção”, afirmou Rudinei Marques.
Especialistas defendem que a construção de um serviço público moderno e de uma burocracia eficiente passa pelo aperfeiçoamento orçamentário, e depende, também, do enfrentamento a questões sociais e ambientais.
Especialistas defendem que a construção de um serviço público moderno e de uma burocracia eficiente passa pelo aperfeiçoamento orçamentário, e depende, também, do enfrentamento a questões sociais e ambientais.
Especialistas defendem que a construção de um serviço público moderno e de uma burocracia eficiente passa pelo aperfeiçoamento orçamentário, e depende, também, do enfrentamento a questões sociais e ambientais.
“O livro, portanto, é uma crítica ao modelo econômico que está em implementação no Brasil e, ao mesmo tempo, uma sugestão de caminho para o desenvolvimento nacional, a organização do Estado e o manejo da política econômica”, afirma José Celso.
“O livro, portanto, é uma crítica ao modelo econômico que está em implementação no Brasil e, ao mesmo tempo, uma sugestão de caminho para o desenvolvimento nacional, a organização do Estado e o manejo da política econômica”, afirma José Celso.
“O livro, portanto, é uma crítica ao modelo econômico que está em implementação no Brasil e, ao mesmo tempo, uma sugestão de caminho para o desenvolvimento nacional, a organização do Estado e o manejo da política econômica”, afirma José Celso.
Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support