A paralisação e os atos públicos contra as reformas trabalhista e da Previdência marcados para esta sexta-feira, 30 de junho, vão unir diversas categorias fortes de trabalhadores, como bancários, petroleiros, metalúrgicos, rodoviários, ferroviários, metroviários e servidores públicos federais, estaduais e municipais, segundo as centrais sindicais que organizam o protesto. Com o nome de “Vamos parar o Brasil”, o movimento contará com o reforço de movimentos sociais, a exemplo das Frentes Brasil Popular (FFBP) e Povo Sem Medo (FPSM), e dos trabalhadores rurais.
Em nota, as duas frentes declararam repúdio às mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), “porque ampliam a precarização, condenam o trabalhador a viver de bico, fragilizam a negociação coletiva, além de dificultar o acesso à Justiça do Trabalho”. A orientação das centrais sindicais para o dia é a realização de atividades informativas — como distribuição de panfletos para conscientizar a população sobre os impactos das mudanças — assembleias e atos públicos nos locais de trabalho.
A Afipea-Sindical, entidade afiliada ao Fonacate, convida para café da manhã, seguido de debate sobre a reforma trabalhista, a partir das 9h, em frente às Sedes do Ipea em Brasília (SBS, quadra 1) e no Rio de Janeiro (Av. Antonio Carlos, esquina Presidente Wilson).
Em Brasília, confirmaram adesão ao movimento: metroviários, bancários, rodoviários, professores, funcionários dos Correios, do setor de saúde, da Universidade de Brasília (UnB), além do pessoal do Judiciário e Ministério Público da União (MPU). Não haverá aulas nas escolas públicas e, de acordo com o SindSaúde, hospitais públicos e unidades de saúde vão ficar em esquema de plantão.
O Fonacate e as afiliadas apoiam todos os movimentos na luta contra as reformas! Participe das manifestações em seu Estado. Veja abaixo quadro do jornal Folha de São Paulo com alguns locais onde ocorrerão atos públicos:
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